segunda-feira, 6 de abril de 2009
Estudando e aprendendo, será?
Liberdade, imaginação, conhecimento, conclusão? O julgamento de quem nada sabe, nada enxerga, e canta o hino independente. Pobres diabos que somos. Acordamos como corpo, levantamos e seguimos. Alguns decidem parar, outros continuar. Paralisados em suas mentes pequenas, vejo a frente os meus pensamentos, vejo no pobre que tu és um reflexo. Seres ”racionantes”, feito cães farejam em meio ao lixo algo para se auto-alimentar. Nesse cão me vejo rosnar e latir, vejo que o lixo que te alimenta é parte do que produzi. Ligados na podridão do presente, do hoje, buscando a desejada eternidade. Contradiz-se ao dizer que é livre quando esta aprisionado em conceitos passados de geração para geração, Como sou eu livre se a minha prisão à você pertence? Você se transforma naquilo que quero que seja, no que vejo e da imagem que faço em minha cabeça. Sou o que você pensa e não quem eu penso ser para você. A revolta que essa realidade te traz fez parte de mim, um dia pensei ser livre, original. Não sou eu quem você vê, não sei quem sou para você. Somos espelhados nessa confusão de sentidos a nos pregar peças. Você é livre? Você é certo? Você é sábio? De que modo ser o que sou impede você de ser o que é? Ao acordar abriremos os mesmos olhos e comeremos o mesmo lixo. Sei o gosto do que como. E você?
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